
Cântico dos Cânticos, 8
1 Quem me dera ter-te por irmão, amamentado aos seios de minha mãe, para que, encontrando-te fora, eu te pudesse beijar, sem que ninguém me desprezasse! Eu te tomaria e te levaria a casa de minha mãe. Dar-te-ia a beber vinho perfumado, mosto da minhas romãs. (ver nota)
3 A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita abraça-me. (ver nota)
4 Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, que não perturbeis nem acordeis a minha amada antes que ela queira. (ver nota)
5 Quem é esta, que sobe do deserto, apoiada sobre o seu amado? Eu te despertei debaixo da macieira: foi ali que tua mãe te concebeu, foi ali que te concebeu, te deu à luz. (ver nota)
6 Põe-me como um selo sobre o teu coração, como um selo sobre o teu braço. porque o amor é forte como a morte, o zelo do amor é duro como a habitação dos mortos. Os seus ardores são ardores de fogo, os seus fogos são fogos do Senhor. As muitas águas não poderiam extinguir o amor, nem os rios teriam força para o submergir. Se um homem desse todas as riquezas de sua casa pelo amor, ele o desprezaria como um nada. (ver nota)
8 A nossa irmã é pequena, ainda não tem seios. Que faremos nós à nossa irmã no dia em que for pedida (em casamento)? (ver nota)
9 Se ela é um muro, edifiquemos sobre ela ameias de prata; se é uma porta, guarneçamo-la com tábuas de cedro. (ver nota)
10 Eu sou um muro, e os meus seios são como torres: também sou para ele a que encontrou a paz. (ver nota)
11 Salomão teve uma vinha em Baal-Hamon; entregou-a aos guardas, cada um dos quais devia dar mil siclos de prata pelos frutos colhidos. (ver nota)
12 A minha vinha está diante de mim. Para ti, Salomão, sejam mil siclos, e para os que a guardam e lhe colhem os frutos, duzentos.
13 Ó tu, que habitas nos jardins, os amigos estão atentos; faze-me ouvir a tua voz.
14 Foge, amado meu, e sê semelhante a uma gazela e ao veadinho, sobre os montes dos balsameiros. (ver nota)
Notas:
Edição da bíblia traduzida da vulgata pelo Padre Manuel de Matos Soares, 1956. Recomenda-se ler a obra original com os comentários do padre Matos Soares em português.
Segundo o Catecismo, 5ª Parte, § 4º, podem ler-se as traduções em língua vulgar da Bíblia desde que sejam reconhecidas como fiéis pela Igreja Católica, e venham acompanhadas de explicações ou notas aprovadas pela mesma Igreja. A Igreja proíbe as Bíblias protestantes porque ou estão alteradas e contêm erros, ou porque, faltando-lhes a sua aprovação e as notas explicativas das passagens obscuras, podem causar dano à Fé. Por isso a Igreja proíbe também as traduções da Sagrada Escritura já aprovadas por Ela, mas reimpressas sem as explicações que a mesma Igreja aprovou. Sendo assim, é necessário também ler as notas explicativas da versão impressa da Bíblia do Padre Matos Soares, edição de 1956.
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